Escrevo porque não digo...
O que sinto, calo.

segunda-feira, 24 de maio de 2010



Todos os dias amanhecem e anoitecem...
Dormimos e acordamos sempre sabendo disso.
Mas jamais sabemos, ao certo,
Quando o sol virá
ou se a chuva irá tomá-lo.
Fazemos histórias vividas sem glória,
Ora encantos,
Ora desencantos...
Ilusões, talvez,
Desilusões... duas ou três.
Mas há sempre algo mais,
Que a vida traz inesperadamente:
A vontade de se começar um recomeço.

3 comentários:

Antonio de Aruanda disse...

Sua Poesia tem Fogo. Algo que acolhe e mete medo. Certamente você é bem maior... Beijo. Eu te vejo.

Jeze Nicory disse...

Dizer que sinto-me lisonjeada por tal comentário, vindo de você, é ainda bem pouco, Tony... Muitíssimo obrigada!!!
É ótimo tê-lo aqui!!!
Um enorme beijo.

Spósito disse...

Sou suspeita pra te dizer que adoro o que você escreve, né!!!??? Mas AMO mesmo!!! Beijos